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terça-feira, 22 de abril de 2014
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Filhos. Bênçãos do Senhor. Nossa herança sobre a terra.
Filhos são bênção de Deus. Não importa o que tenhamos que aprender com eles. Não importa o que nos levem a enfrentar. Precisamos olhar para nossos filhos diariamente com atitude de gratidão e adoração a Deus, que nos deu tamanho privilégio, quer sejam gerados no ventre ou no coração. Precisamos fazer com que eles saibam o quanto os amamos, não só de lábios, mas através de nossas atitudes de graça, amor e persistência em dedicação. Que Eles vejam em nós muito do caráter de Cristo, para que não precisem se embevecer com os apelos do mundão. E, mesmo que se enveredem por caminhos difíceis, nosso amor deverá acompanhá-los por todos os dias, na perspectiva de um resgate, de uma restauração. São nossa herança. Nosso tesouro terreno. Não podemos abrir mão desse papel tremendo que é derramar amor e sabedoria nas primeiras vidas que Deus nos confiou a cuidar, velar. E o cuidado é expresso no exemplo. Os filhos só precisam de amor e referencial. Pais, amem! Sujeitem-se a Deus, vivam Cristo e o mais Ele mesmo fará.
Ao meu honrado e amado pai. Que o Senhor te cuide e guarde.
Meu querido pai. Um homem que me alegra poder dizer que sou sua filha. Sua história é honrosa, pra se contar às próximas gerações da família e a quem mais interessar.
Abaixo o político profissional e a hereditariedade imposta por este
Sou totalmente contra o político profissional. Nosso estado é recheado por eles. Nunca deram um prego em uma barra de sabão, vivendo às custas do suor do povo, fazendo o mesmo de idiota, palhaço sem circo e leões desdentados. Acredito que cada político deve ter sua chance de "prestar um serviço ao povo". Se fizer valer sua chance, ótimo. Sai bem na fita e pode até galgar outra função na política, mas não mais a que exerceu. Depois disso, tchau, vamos dar duro e pagar imposto, como todo mortal. Se não souber aproveitar a chance pra fazer bem feito o serviço ao povo, não se elege mais nem pra porteiro de prefeitura. Essa é a minha opinião desde jovem. Mas muitos acham que estou errada, que redicalizo demais. Eu, porém, não reelejo ninguém. Quem quiser ganhar meu voto duas vezes tem que fazer muito rebolado pra o povo ser bem assistido e sem a hipócrita assistência aos "pobres" visando mantê-los sob seu cabresto. Tô de olho. Não deixo de vigiar esses mamíferos que há 40, 50 anos, só mamam nas tetas do erário público, fazendo toda sorte de besteira e comendo tudo o que pode e o que não pode também. Chega!!!
sábado, 29 de dezembro de 2012
POR QUE COISAS RUINS ACONTECEM A PESSOAS BOAS?
?
POR
QUE COISAS RUINS ACONTECEM A PESSOAS BOAS? (Por Caio Fábio)
Há não muito tempo atrás foi lançado um livro cujo titulo levantava a questão
de por que coisas ruins acontecem apessoas boas.
Dei apenas uma olhadela no livro. Francamente não me interessou por uma simples razão de ordem invertida. Para mim a grande surpresa, num mundo caído—ou seja: marcado pelo pecado e existindo em caoticidade—é justamente o oposto: por que ainda acontecem tantas coisas boas com gente de todo tipo?
A questão proposta no livro é plausível apenas para quem não vê a vida com realismo bíblico.
Adriana o demoliu com apenas uma pergunta: Por que Coisas Boas Acontecem Ainda a Nós?
Esse mundo jaz no maligno e seus habitantes “conscientes de si”—os humanos—são a grande praga e maior razão de morte no próprio planeta.
A leitura da Bíblia nos chama desde o início para essa cruenta realidade da existência.
Depois de Gênesis 3 acabam-se as leituras fabulosas sobre a condição humana. A seqüência inteira nos esmaga: Caim mata Abel, os poderosos começam a determinar o destino dos demais, instrumentos cortantes são inventados, a maldade se espalha pela terra—o Diluvio cai sobre a humanidade!
O que se segue é igualmente marcado pela dor. Ser Abraão só é romântico para quem não tem que experimentar o que o patriarca experimentou.
O mesmo se pode dizer de praticamente todos os personagens bíblicos.
Os livros de sabedoria—Jó, Salmos, Provérbios e Eclesiastes—não abrem espaço para que nenhuma idéia de que a benção de Deus impede a calamidade.
Tudo acontece a todos!
O que resta é saber o que cada um faz com o mal ou com o bem. Assim, há males que produzem bem, no ser. E há bens que introduzem o mal, também no ser.
Jesus foi absolutamente claro acerca desta questão:
1. A calamidade sobre alguns deveria convocar a todos ao arrependimento--como no caso dos galileus mortos!
2. Nós somos maus, apesar de às vezes fazermos coisas boas a quem amamos--os filhos!
3. O tratamento “bom”, como qualificação, somente cabe em relação a Deus--como no encontro com o jovem rico!
4. Até o mal congênito pode se tornar algo bom, para a gloria de Deus--como no caso do cego de nascença!
A lista poderia ser interminável!
O restante da revelação insiste na mesma ênfase. O Apocalipse nos leva trêmulos [...] pelas veredas sombrias e angustiantes do “futuro”.
Portanto, a surpresa é o bem e o bom ainda nos alcançarem na terra.
Talvez seja pela ausência dessa consciência que nos sentimos abandonados por Deus quando a calamidade muda o endereço da porta do vizinho para a nossa.
Mas quem tem essa consciência e ama a Deus na realidade da vida, não se assusta mais; e nunca se vê abandonado por Deus porque dói.
Dói mesmo!
Mas e daí?
No mundo tereis aflições...
E elas podem vir com caras as mais diversas.
A recomendação é bom ânimo. Jesus venceu o mundo, mas fez isso passando pelo sofrimento.
A galeria dos homens e mulheres de e da fé em Hebreus 11, nos põe cara a cara com os esmagadores fatos da existência. Entretanto, adverte que sem fé é impossível agradar a Deus.
Tudo pode acontecer a todos!
Mas a fé não é de todos!
Se você tem fé apesar de tudo, agradeça. O que de melhor pode acontecer a um ser humano na terra aconteceu a você. Afinal, você crê. E sem fé é impossível agradar a Deus!
Então, felicidades!
Bem-aventurados os humildes, os que choram, os mansos, os famintos de justiça, os perseguidos e os que se ocupam de lutar pela mais perdida de todas as causas da terra: promover a paz!
O segredo de tudo é a gratidão. E a gratidão só surge quando as “perdas da terra” são consideradas por nós como adubo para o ser!
Tudo depende de onde está o seu tesouro!
Caio
Dei apenas uma olhadela no livro. Francamente não me interessou por uma simples razão de ordem invertida. Para mim a grande surpresa, num mundo caído—ou seja: marcado pelo pecado e existindo em caoticidade—é justamente o oposto: por que ainda acontecem tantas coisas boas com gente de todo tipo?
A questão proposta no livro é plausível apenas para quem não vê a vida com realismo bíblico.
Adriana o demoliu com apenas uma pergunta: Por que Coisas Boas Acontecem Ainda a Nós?
Esse mundo jaz no maligno e seus habitantes “conscientes de si”—os humanos—são a grande praga e maior razão de morte no próprio planeta.
A leitura da Bíblia nos chama desde o início para essa cruenta realidade da existência.
Depois de Gênesis 3 acabam-se as leituras fabulosas sobre a condição humana. A seqüência inteira nos esmaga: Caim mata Abel, os poderosos começam a determinar o destino dos demais, instrumentos cortantes são inventados, a maldade se espalha pela terra—o Diluvio cai sobre a humanidade!
O que se segue é igualmente marcado pela dor. Ser Abraão só é romântico para quem não tem que experimentar o que o patriarca experimentou.
O mesmo se pode dizer de praticamente todos os personagens bíblicos.
Os livros de sabedoria—Jó, Salmos, Provérbios e Eclesiastes—não abrem espaço para que nenhuma idéia de que a benção de Deus impede a calamidade.
Tudo acontece a todos!
O que resta é saber o que cada um faz com o mal ou com o bem. Assim, há males que produzem bem, no ser. E há bens que introduzem o mal, também no ser.
Jesus foi absolutamente claro acerca desta questão:
1. A calamidade sobre alguns deveria convocar a todos ao arrependimento--como no caso dos galileus mortos!
2. Nós somos maus, apesar de às vezes fazermos coisas boas a quem amamos--os filhos!
3. O tratamento “bom”, como qualificação, somente cabe em relação a Deus--como no encontro com o jovem rico!
4. Até o mal congênito pode se tornar algo bom, para a gloria de Deus--como no caso do cego de nascença!
A lista poderia ser interminável!
O restante da revelação insiste na mesma ênfase. O Apocalipse nos leva trêmulos [...] pelas veredas sombrias e angustiantes do “futuro”.
Portanto, a surpresa é o bem e o bom ainda nos alcançarem na terra.
Talvez seja pela ausência dessa consciência que nos sentimos abandonados por Deus quando a calamidade muda o endereço da porta do vizinho para a nossa.
Mas quem tem essa consciência e ama a Deus na realidade da vida, não se assusta mais; e nunca se vê abandonado por Deus porque dói.
Dói mesmo!
Mas e daí?
No mundo tereis aflições...
E elas podem vir com caras as mais diversas.
A recomendação é bom ânimo. Jesus venceu o mundo, mas fez isso passando pelo sofrimento.
A galeria dos homens e mulheres de e da fé em Hebreus 11, nos põe cara a cara com os esmagadores fatos da existência. Entretanto, adverte que sem fé é impossível agradar a Deus.
Tudo pode acontecer a todos!
Mas a fé não é de todos!
Se você tem fé apesar de tudo, agradeça. O que de melhor pode acontecer a um ser humano na terra aconteceu a você. Afinal, você crê. E sem fé é impossível agradar a Deus!
Então, felicidades!
Bem-aventurados os humildes, os que choram, os mansos, os famintos de justiça, os perseguidos e os que se ocupam de lutar pela mais perdida de todas as causas da terra: promover a paz!
O segredo de tudo é a gratidão. E a gratidão só surge quando as “perdas da terra” são consideradas por nós como adubo para o ser!
Tudo depende de onde está o seu tesouro!
Caio
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Uma bela mensagem (pequei emprestada) que fala da Soberania de Deus
-
"Me chamo Alessandra e sou convertida há mais de 15 anos. Minha vida era a mais normal possível: eu estudava, dançava como profissão e como hobby e estava me descobrindo em todos os sentidos. Tive um encontro supremo com Deus quando tinha 21 anos. Sim, com 21 anos eu renasci para a vida e para as pessoas. Com aquela idade eu tinha responsabilidade de gente grande. Fazia faculdade, curso de inglês e francês, dançava em duas companias de dança e ainda dava conta de administrar a minha casa. Estava tudo “bem” deste jeito.
Naquele tempo confesso que a minha vida com Deus era morna. Eu orava quando era do meu interesse, apesar de ir todo domingo à igreja, mas não cria de fato que Deus poderia transformar a minha vida. E costumo dizer que as pessoas se aproximam do Senhor pelo amor ou pela dor. Dito e feito! Deus não quer metade de nada, ele não queria o meu coração pela metade - muito menos a minha doação e minha entrega. E eu, intensa como era, já me sentia incomodada com a situação.
Deus escolheu o dia 12 de junho para fazer a virada que eu merecia e poderia suportar, sem que ao menos disconfiasse que algo tão trágico poderia acontecer. O dia começou igual aos demais, acordei às 6h, fui para a faculdade e voltei para casa. O único fato fora do normal é que meu pai estava viajando e eu fiquei com o carro, o que facilitava muito o deslocamento. Estava indo ao shopping perto de casa.
E tudo a
Desmaiei ao voltante. Me levaram ao hospital público que fica bem perto do local ocorrido. Imagine a situação: uma menina saudável e toda serelepe em um dia no outro estava entre a vida e morte no hospital. Pode haver quem pense que isso foi uma grande fatalidade. Eu prefiro acreditar que Deus cumpriu o seu propósito na minha vida. Os médicos que me atenderam me desenganaram. Disseram que o local da hemorragia era nobre e que a dimensão do derrame era a de uma bola de tênis. Em resumo, só um milagre me salvaria.
O tempo em que passei inconsciente era terrível para as pessoas que estavam na ânsia por algum milagre. Deus foi muito fiel comigo. E, um dia, eu simplesmente acordei. E só acordei, pois não conseguia fazer nada sozinha. Respirar, falar, sentar, andar e mexer o corpo era para pessoas que tinham controle do seu corpo. Não pra mim. Nesse momento eu renasci, pois tive que aprender a fazer tudo de novo, já que meu corpo não respondia aos estímulos. Foi muito lenta a minha recuperação. Os médicos me diziam horrores, que levaria dez anos para voltar a andar, falar, estudar - e isso se eu fosse uma pessoa muito disciplinada. Assim renasceu Lelê.
E Deus nunca me abandonou, eu sabia que ele estava ao meu lado em todos os momentos. Nos inúmeros tombos, nas palavras que não conseguia pronunciar, quando eu queria comer algo e a comida caía da minha boca, quando desejava falar alguma coisa mas a palavra saía em outro tom. Até quando eu queria somente ir ao banheiro e não conseguia ir com as minhas próprias pernas.
Depois de muitos anos de lapidação de movimentos, cheguei na zona de conforto. Já conseguia andar (devagar), falar, escrever (com a mão esquerda, eu que sou destra), comer, respirar e - o melhor - ter vontade própria. E nesse estágio eu poderia escolher viver uma vida “muito mais ou menos” ou então correr atrás da minha qualidade de vida. Escolhi a minha qualidade de vida. Foi quando listei TUDO o que eu fazia antes do meu acidente e que eu não conseguia fazer mais. A lista era muito maior do que esta, mas aqui vão alguns dos pontos:
1. Colocar e tirar brincos e cordões
2. Prender meu cabelo 3. Andar sem segurar em nada e falar ao mesmo tempo 4. Dirigir 5. Dançar sapateado 6. Nadar 7. Correr
Anos e anos se passaram, o meu andar ficou menos vagaroso e comecei a trotar, buscando maior gasto calórico. Mas o medo de cair era o que me impedia de ir mais rápido. Bolei um plano: eu marchava entre um quebra-mola e outro e andava no trecho seguinte - e assim eu fiz por mais de dois anos. Mas eu precisava ir além. Aquela velha história da acomodação: eu poderia me contentar com o fato de andar rápido. Mas não quis.
No meu trabalho existe um programa de qualidade de vida para funcionários e eles sempre anunciam as Corridas Adidas. Todos meus colegas que foram amaram e minha vontade ficou ainda mais latente. O medo de falhar era grande, mas a minha busca pelo meu objetivo era maior. Contei toda a minha história para o meu treinador e ele se dispôs a correr ao meu lado. Tomei coragem e fui encarar os cinco quilômetros do percurso.
A cada quilômetro que passava eu me lembrava de uma fase da minha vida. Do tempo em que era completamente dependente de tudo e todos, que não tinha a opção de decidir se queria ou não fazer as coisas. E o primeiro quilômetro simplesmente passou.
Correndo estava e assim continuei. No segundo, me lembrei da dificuldade que era para andar e da dificuldade que tive de provar para as pessoas que só estava com limitações físicas. A minha mente, o raciocínio e a consciencia, continuavam preservados. Mas, hoje em dia, não preciso provar mais nada para ninguém. E assim passou o terceiro quilômetro.
No quarto recordei que já tinha conseguido uma qualidade de vida excelente, mas não me contentei com tudo que eu tinha. Eu queria mais. Essa sim foi a parte mais cansativa. E, nessa hora, me lembrei de Deus. Ele não me abandonou jamais, sempre me dando forças, me sustentando quando eu caía e me levantando com a sua destra fiel.
Eu já enxergava a linha de chegada e o sucesso da prova dependia só de mim. Deus já tinha me capacitado para completar com êxito e eu também estava me preparando há tempos. Deus sempre foi fiel e não iria me desamparar nessa hora. Estava perto de acabar o trajeto quando lembrei que voltei a dirigir o carro que eu mesma comprei com o salário do meu próprio trabalho, tudo graças ao Senhor. Deus sempre soube de todas as minhas aflições. Por quantas e quantas noites eu chorei no quarto, sozinha, clamando a Deus por ajuda, porque estava muito cansada de viver, de provar o tempo todo para as pessoas que estava lúcida. Chorei na luta por um emprego e hoje trabalho em uma multinacional. Chorei muito, mas Deus sempre esteve ao meu lado, enxugando todas as minhas lágrimas.
Ultrapassei, enfim, a linha de chegada.
Deus sempre foi muito fiel comigo, desde o meu nascimento até o dia de hoje. Quando olho pra trás e vejo onde cheguei, tenho mais certeza de que sem Deus eu nem teria saído do estado de coma - muito menos conseguiria realizar fazer todas essas peripécias.
Com este testemunho gostaria de enfatizar a misericórdia do Senhor. Assim como Ele teve muita comigo, Ele também tem muita com você. Abra seu coração, ore sem cessar, leia a Bíblia e pratique tudo o que está escrito. Você não vai se arrepender. Que estas simples palavras exaltem o nome de Deus, pois é Dele toda a honra e glória.
Lelê."
Obrigado, amiga, por ser uma pregação em forma de gente. Que me recorda sempre da bondade de Deus e me faz sentir tão ingrato ao Senhor por minhas lutas tão pequenas.
Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício |
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Para ser pai...
É fácil, e cada vez mais fácil, fabricarem-se filhos por aí.
Pais que acreditam que assumir um filho é pagar uma pensão fielmente, pagar
escola cara, passar fins de semana junto com eles, vivendo altas aventuras. Pai não é um
colega de altas experiências com muita adrenalina, pelo menos não somente isso.
Pai não é apenas aquele que provê as necessidades financeiras da cria. Isso
qualquer um pode fazer e às vezes até melhor que o que gerou. O pai, o pai de
verdade, é como aquele que eu tenho na lembrança e no coração. Ele vai se
esforçar ao máximo para estar lá o tempo todo, dar segurança de um lar tranquilo e
harmonioso, atender quando o filho chorar, seja de dor, de medo ou de manha
mesmo, mas o pai vai lá, dar a mão e dizer: tô aqui, durma, filho, tá tudo bem, papai precisa
descansar. O verdadeiro pai não se preocupa apenas com a carreira que o filho
vai escolher. Antes disso tudo , ele se preocupa em ser um exemplo de caráter
para que, seja o que for na vida, seu filho o seja de modo honrado. O
verdadeiro pai, é como um que tem aqui, dentro de minha casa, que dá o próprio
sangue pelas crias e lhes mostra o quanto as luzes do mundo podem ser
enganosas, e onde devem pisar para escapar das ciladas que a vida joga por aí,
aos menos avisados. Olhando para vida, com essa minha visão que sei, muitos
acharão antiquada e fora de contexto, vejo quão poucos pais de verdade nós
temos hoje. A maioria dos homens
comportam-se como se fossem apenas mais um filho a ser cuidado. Um pai que quer
ser o máximo para seu filho, faça, então, a mãe dele sorrir mais, deixe que ele a veja
sempre feliz, pra ele isso não tem preço, e você, além de ser feliz também,
será sempre o seu herói.
Não há salário alto que justifique a perda de oportunidades de exercer esse papel maravilhoso na vida do homem: Seu para seus filhos o capitão do navio, que é a vida, que transmite bom exemplo, carinho, amor, segurança, e acima de tudo, o Senhor Jesus, em seu falar, agir e pensar. Teremos filhos felizes, se formos felizes ao nos darmos a eles e por eles.
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